Quando me envergonho da maldade que vence, e lamentando em silêncio a perda temporária do ânimo, ponho-me vulnerável à meus próprios pensamentos. Determinar a qualidade de bom provavelmente não caiba a mim, sobretudo correspondente a eu mesmo. Subjetivo demais. Mas muitas vezes ainda consigo identificar o que não sou. É incubência diária e instransferível domar as próprias inclinações, e pode ser que ganhar por dentro seja perder lá fora.

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